Rubens Barrichello obteve sua primeira vitória em Hockenhein em 2001 - na última prova realizada no circuito antigo, que tinha aquelas retas imensas que passavam pelo meio de uma floresta - depois de largar na 18ª posição, debaixo de uma chuva imensa. Correu como se não houvesse amanhã e venceu. No pódio, Mika Hakkinen e David Coulthard, pilotos da McLaren que chegaram respectivamente na segunda e terceira colocação, ergueram o brasileiro nos ombros, festejando o arrojo e habilidade descomunais que havia mostrado nesse dia. Com 123 provas em seu currículo, todos estavam contentes com a primeira vitória de Rubens.
E essa é a grande diferença entre Barrichello e Massa. Lógico que companheirismo é importante, mas pilotos de ponta na F1 nunca foram exatamente queridos entre outros pilotos de ponta adversários. Rivalidades históricas - Stewart x Fittipaldi, Senna x Prost, Piquet x Senna, só para ficar nas que envolviam brasileiros - sempre foram comuns na F1. Mais do que isso: desejáveis, porque de uma maneira ou de outra fazem parte do show. Hamilton e Alonso que o digam. Pilotos que não representam uma ameaça para ninguém são queridos por todos.
Massa é competitivo, amadurece a cada prova, corre para vencer e, principalmente, é uma ameaça séria a Raikkonen e Hamilton. Suas vitórias não serão festejadas pelos concorrentes, nem acontecerão sambadinhas no pódio. E isso é bom.
E pelo retrospecto até aqui, acredito que uma leve rivalidade entre Hamilton e Massa começará a surgir no horizonte até o final do ano. A ver.
E essa é a grande diferença entre Barrichello e Massa. Lógico que companheirismo é importante, mas pilotos de ponta na F1 nunca foram exatamente queridos entre outros pilotos de ponta adversários. Rivalidades históricas - Stewart x Fittipaldi, Senna x Prost, Piquet x Senna, só para ficar nas que envolviam brasileiros - sempre foram comuns na F1. Mais do que isso: desejáveis, porque de uma maneira ou de outra fazem parte do show. Hamilton e Alonso que o digam. Pilotos que não representam uma ameaça para ninguém são queridos por todos.
Massa é competitivo, amadurece a cada prova, corre para vencer e, principalmente, é uma ameaça séria a Raikkonen e Hamilton. Suas vitórias não serão festejadas pelos concorrentes, nem acontecerão sambadinhas no pódio. E isso é bom.
E pelo retrospecto até aqui, acredito que uma leve rivalidade entre Hamilton e Massa começará a surgir no horizonte até o final do ano. A ver.
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