-No final de 2008 fiz um post aqui falando o quanto eu gostava do Galvão Bueno. Como praticamente deixei de postar neste blog - a culpa, claro, é do Twitter - o texto ficou visível na página inicial daqui boa parte do ano. E lá vai: eu adoro o Galvão Bueno. Porque? Por que sim, oras. Não preciso justificar tudo nessa vida.
-Pessoal todo da transmissão estava meio lesado, o que deixou essa corridinha chata especialmente divertida. Muitas frases sem qualquer sentido foram ditas, como, por exemplo, o Reginaldo Leme dizendo que "o Nelson Piquet inventou o pit stop". O que ele estava tentando dizer é que o Nersaum inventou aquele cobertor de esquentar pneus, só isso. O Galvão encerrou a corrida uma volta antes. Bebedeira deve ter sido forte ontem. Hell yeah.
-Na pista: aquele puto do Alonso ganhou, Massa em segundo, Hamilton em terceiro, Vettel em quarto, meu cu em quinto e Schumacher em sexto. Sério, não me lembro mais de quem chegou em quinto. E, sério, não quero lembrar. A maior parte das coisas que aconteceu nessa corrida besta foi esquecível.
-Digno de nota: o traçado, apesar de ser uma bosta, é longo. As voltas são na casa dos dois minutos. João gosta disso. Significa que a pista tem, pelo menos, diversas curvas e que os pilotos tem algum trabalho detrás de seus volantes.
-Outra coisa digna de nota: os dois carros da Lotus completaram a prova, ao contrário da galera da Virgin e da Hispania, que ficou pelo caminho. Mas eu continuo achando o Trulli e o Kovalainen dois bundões.
-P.S. Inacreditável a maneira que todas as alterações feitas no regulamento para "aumentar o show" nas pistas se saíram como um tremendo tiro na culatra. De fato, parece que a F1 voltou para os anos 90: corridas chatas, sem ultrapassagens e qualquer resquício de emoção. Parabéns, cartolas.
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