-Tão sabendo que o Jenson Button conquistou o título da F1 aqui no Brasil?
-Bacana, uma coisa dessas. É aquilo que foi dito tantas vezes no ano: cara desacreditado, que estrava à pé em janeiro dá sorte de seu carro ser muitíssimo bem nascido e leva o caneco pra casa. A F1 anda meio cinematográfica de um tempo pra cá - lembra do final da temporada do ano passado?
-Não deu pro Rubinho, uma pena. Mas espero que sua garra neste ano continue intacta até o final de sua (tremendamente longa e cheia de altos e baixos) carreira na F1. De qualquer maneira, ele já é um vencedor por deixar de ser motivo de piada para se tornar motivo de orgulho.
-A corrida, em si, foi chatinha, apesar do começo legal. Na largada o Jarno Trulli bateu no carro do Adrian Sutil e, não feliz, deu um tremendo piti, bateu o pé, coisa e tal. Tomou uma multinha de US$ 17 mil como acalma-boneca. Pra um cara como ele, mixaria.
-Sabe o Kamui Kobayashi? Como não? Então anota o nome, pra ver no que vai dar. É um piloto japonês que estreou no Brasil substituindo Timo (timooooooooooooo) Glock, que não veio pro país com medo de apanhar (mentira).
-Valente, esse Kobayashi. Durante umas vinte voltas brigou loucamente com Jenson Button e depois foi um dos protagonistas de um dos momentos mais bonitos da temporada, numa briga de kamicases em que ele e Nakajima andaram lado-a-lado por quase meio circuito. Nota 10 pelo show.
-Afinal, não é raro que um piloto vá bem na estréia e depois nunca mais consiga repetir seu desempenho inicial. Mas dou o benefício da dúvida ao rapaz e por enquanto ele tem um novo fã.
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