Calma, ainda não tenho como fazer a resenha dessa última corrida. Explica-se: ela começou às 5 da manhã e acabou quase as 7 (no horário de verão) e por mais que eu goste de F1, há limite pra tudo. Gravei a corrida e já vou ver daqui a pouco.
É difícil reclamar de corridas no Japão ou na Austrália. Esses países têm tradição no automobilismo, e é justo que sediem provas do mundial. Mas essas novas corridas no oriente são um verdadeiro pé no saco. Por exemplo, em 2004, no primeiro GP que aconteceu na China, aconteceram dois fatos emblemáticos: um imbecil de um repórter do país perguntou para o Schumacher se a Ferrari corria de vermelho em homenagem ao país e outro retardado perguntou ao alemão (é fácil de notar que foi uma entrevista horrenda) se ele estava ansioso para conquistar o título - e o piloto já havia garantido o campeonato há duas provas.
Países em que ninguém tem idéia do que seja F1 não deveriam ter a honra de receber um grande prêmio. Enquanto isso, locais em que as pessoas são verdadeiramente apaixonadas pela categoria, como a França e o Canadá, estão de fora do calendário do ano que vem.
Maldita cartolagem.
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